A sacola de penas

PlumasTinha uma vez um homem que caluniou muito a um amigo seu pela inveja que teve ao ver o sucesso que ele tinha alcançado. Tempo depois se arrependeu da ruína que, com as suas calunias, trouxe para o seu amigo e visitou ao um homem sábio a quem perguntou:

 

“Eu gostaria de consertar todo o mau que eu fiz para com o meu amigo. Como eu posso fazê-lo?

 

O sábio lhe respondeu: “Pega uma sacola cheia de penas leves e pequenas e solta uma a uma nos lugares aonde você for”.

 

O homem, muito contento por aquela tarefa tão fácil pegou a sacola cheia de penas e num só dia já tinha soltado todas. Ele retornou com o sábio e lhe diz: “Tenho terminado”.

 

O sábio lhe respondeu: “Essa é a parte mais fácil. Agora você deve voltar a preencher a sacola com as penas que você soltou. Vai para a rua e procura por elas”.

 

O homem se sentiu muito triste, pois sabia o que significava e não conseguiu juntar quase nenhuma. Ao voltar, o homem sábio lhe disse:

 

“Assim como você não conseguiu juntar de novo as penas que voaram com o vento, o mau que você fez com o seu amigo vôo de boca em boca e o dano já esta feito, não há jeito de reverter o que você fez. Agora o único que você pode fazer é pedir perdão ao seu amigo com muita sinceridade e começar a fazer por ele o contrário do que você fez naquele dia para prejudicá-lo”

 

Reflexão:

Pedir perdão com sinceridade é a única forma de restabelecer uma relação tanto com as pessoas que temos ofendido como com o nosso Criador.

 

“Cometer erros é humano, mas de sábios é pedir perdão”.

 

Quando uma pessoa prejudica a alguém com as suas ações e não pede perdão com sinceridade, a mais prejudicada é ela mesma, mais do que a própria pessoa que prejudicou, é como tomar veneno e esperar que a outra pessoa morra.

 

O Senhor Jesus tem nos ensinado: “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (1 João 1:9)

 

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